A Sasol, petrolífera sul-africana, negou que esteja a discriminar as empresas moçambicanas nos concursos para a sua actividade na província de Inhambane, declarando que está comprometida com o respeito da legislação moçambicana.

A empresa sul-africana defendeu que actua no mercado moçambicano de forma legal, em resposta à decisão anunciada pelo ministro dos Recursos Minerais e Energia, Max Tonela, de que as autoridades moçambicanas cancelaram um concurso lançado pela empresa por o mesmo discriminar empresas moçambicanas em favor de companhias estrangeiras.

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“A Sasol cumpre os termos das suas concessões e todas as leis e regulamentos da República de Moçambique”, diz um comunicado enviado pela petrolífera sul-africana.

A empresa, refere a nota, procura oportunidades para maximizar a participação de empresas moçambicanas nas suas operações e projetos.

Referindo-se ao concurso suspenso pelo Governo moçambicano, lançado em Junho, a Sasol admite que emitiu um convite à apresentação de propostas a algumas empresas que originalmente manifestaram interesse, mas enfatiza que vai lançar um processo formal de concurso abrangente, em total colaboração com o Instituto Nacional de Petróleo de Moçambique.

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