Moz Mining: Vale Operação de Mina - Secção IV

A prestigiada agência de notação financeira Moody’s considerou, na segunda-feira (11), que o rating atribuído a Moçambique é o resultado da fraqueza da economia e conjuga a limitada diversificação com o forte crescimento previsto devido à exploração de recursos naturais.

“O perfil de crédito de Moçambique (Caa3) reflecte a ‘Baixa’ força da economia, equilibrando a limitada diversificação da economia e o baixo rendimento ‘per capita’ e o forte crescimento apoiado na exploração dos recursos naturais”, lê-se no relatório divulgada pela Moody’s.

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No mesmo documento, que visa averiguar se os ratings atribuídos a vários países e bancos africanos está adequada não só aos pares, mas também às condições da economia, os especialistas da Moody’s escrevem que “a ‘Muito Baixa’ força institucional está baseada no fraco ranking nos Indicadores de Governação Mundiais e no histórico de fraca governação e de incumprimento financeiro”.

Numa outra abordagem, acrescentam, a análise de ‘Muito Baixa’ relativamente à capacidade financeira “reflecte a dívida pública e os défices orçamentais elevados, bem como os riscos cambiais”, ao passo que a susceptibilidade ‘Muito Elevada’ a eventos de risco motivados pelo risco de liquidez resulta de um acesso extremamente limitado a financiamento.

Refira-se que a Moody’s divulgou um conjunto de análises aos principais países do continente africano, incluindo Angola, Moçambique, Nigéria, Egipto, Ilhas Maurícias, Arábia Saudita, Omã e África do Sul, entre outros.

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